Sintra e o Parque da Pena
No domingo fomos a Sintra.
Apesar de termos sido recebidos por uma chuvada valente, as coisas lá se foram compondo e o tempo foi-se aguentando.
Começamos por um passeio pelo centro histórico.
Depois a Sofia decidiu que nos ia levar ao Palácio de Seteais “ai e tal... é muito bonito”.
Nós, inocentemente lá fomos metendo pés a caminho.
Para dar sequência ao dia anterior... metemo-nos numa caminhada interminável.
Passados uns valentes quilómetros “ah e tal, é melhor voltar para trás.. ainda chove... e temos de comer... e blablabla”. E pronto... nada de palácio.
(Viemos a descobrir mais tarde que estávamos na estrada errada.)
Depois do almoço (muito mau e muito caro) fomos ao palácio da Pena.
Desta vez fomos de carro (pensava eu que a mim não me iam apanhar outra vez).
Como eu já tinha visitado o palácio mais que uma vez, decidi apenas ir visitar o parque à volta – eles chamam-lhe o nome inspirado de “monte da Lua”.
O mesmo fez a Catarina, o que me vez temer que ia ter de subir e descer o “monte da Lua” várias vezes, enquanto durasse o tempo da visita.
Bem... não foi isso que aconteceu... mas não esteve muito longe.
Palavra puxa palavra, conversa puxa conversa... passamos nuns lagos, passamos nuns penedos, e quando demos por nós... tinham passado quase duas horas e estavamos no cimo de um monte em frente ao palácio.
Claro que, mal voltamos a ter rede nos telemóveis, já tinhamos algumas tentativas de contacto connosco, que a visita tinha acabado e que a Ana tinha de ir para o Porto.
Pois...
É que mesmo a andar rápido.. o caminho de regresso ainda demora.
Mas lá chegamos mesmo a tempo. Era hora de fecharem os portões e largarem os lobos.
A Ana é que não se safou e perdeu o combóio.
Ficamos a dever-lhe esta.
Apesar de termos sido recebidos por uma chuvada valente, as coisas lá se foram compondo e o tempo foi-se aguentando.
Começamos por um passeio pelo centro histórico.
Depois a Sofia decidiu que nos ia levar ao Palácio de Seteais “ai e tal... é muito bonito”.
Nós, inocentemente lá fomos metendo pés a caminho.
Para dar sequência ao dia anterior... metemo-nos numa caminhada interminável.
Passados uns valentes quilómetros “ah e tal, é melhor voltar para trás.. ainda chove... e temos de comer... e blablabla”. E pronto... nada de palácio.
(Viemos a descobrir mais tarde que estávamos na estrada errada.)
Depois do almoço (muito mau e muito caro) fomos ao palácio da Pena.
Desta vez fomos de carro (pensava eu que a mim não me iam apanhar outra vez).
Como eu já tinha visitado o palácio mais que uma vez, decidi apenas ir visitar o parque à volta – eles chamam-lhe o nome inspirado de “monte da Lua”.
O mesmo fez a Catarina, o que me vez temer que ia ter de subir e descer o “monte da Lua” várias vezes, enquanto durasse o tempo da visita.
Bem... não foi isso que aconteceu... mas não esteve muito longe.
Palavra puxa palavra, conversa puxa conversa... passamos nuns lagos, passamos nuns penedos, e quando demos por nós... tinham passado quase duas horas e estavamos no cimo de um monte em frente ao palácio.
Claro que, mal voltamos a ter rede nos telemóveis, já tinhamos algumas tentativas de contacto connosco, que a visita tinha acabado e que a Ana tinha de ir para o Porto.
Pois...
É que mesmo a andar rápido.. o caminho de regresso ainda demora.
Mas lá chegamos mesmo a tempo. Era hora de fecharem os portões e largarem os lobos.
A Ana é que não se safou e perdeu o combóio.
Ficamos a dever-lhe esta.


3 Comments:
Com tanto exercício mais vale ir fazer spa à mariza cruz
no livro que te emprestei fala no monte da lua... se o tivesses lido!
Primo
This is very interesting site... » »
Enviar um comentário
<< Home