Golfinhos e Escaldão
Este ano o Primeiro de Maio calhou numa segunda-feira.
Desta vez decidi esquecer as minhas “raízes proletárias” e aproveitar o facto de estar em Lisboa para aproveitar o fim de semana prolongado indo mais para Sul.
Como ponto prévio devo referir que estes lisboetas são loucos com o trânsito e os fins de semana prolongados.
Já na Páscoa tinha sentido isto e desta vez muito mais. Mais de uma hora para chegar do Taguspark a casa e depois trânsito compacto nos duzentos e tal quilómetros até ao Algarve. Incrível.
Estava na dúvida entre ir acampar para Porto Covo sozinho ou ir para o Algarve com a minha prima Maria e a minha semi-cunhada Joana.
Optei pela segunda alternativa. Devo dizer que o critério “companhia” se esfumou logo após a primeira noite, porque acabei na mesma por ir acampar sozinho para a ilha de Tavira.
A ilha de Tavira é um “santuário” natural no meio daquilo em que se transformou o Algarve. Faz parte da reserva natural da Ria Formosa e como é uma ilha, só se pode aceder de barco. No fundo resume-se a uns quilómetros de praia, duna, uns bares e um parque de campismo.
Diz-se que às vezes também há estrelas, fogueiras, freaks, cães, tambores, djambés didjiridoos, etc. Mas isso eu não vi;)
Excelente para descansar, que era o que eu estava mesmo a precisar.
Obviamente, com estas alternativas tão pouco variadas, acabei por passar o primeiro dia num looongo passeio pela praia.
Tudo muito bonito, depois da praia principal o areal é quase deserto, o mar convida ao banho etc.
Passado uns quilómetros (ou metros?).... a cereja em cima do bolo: Apareceu um cardume de golfinhos mesmo perto da costa. Eram para aí uns 8 e alguns saltavam mesmo para fora da água. Muuuito giro.
Conclusão do fim de semana: Um valente escaldão...
Desta vez decidi esquecer as minhas “raízes proletárias” e aproveitar o facto de estar em Lisboa para aproveitar o fim de semana prolongado indo mais para Sul.
Como ponto prévio devo referir que estes lisboetas são loucos com o trânsito e os fins de semana prolongados.
Já na Páscoa tinha sentido isto e desta vez muito mais. Mais de uma hora para chegar do Taguspark a casa e depois trânsito compacto nos duzentos e tal quilómetros até ao Algarve. Incrível.
Estava na dúvida entre ir acampar para Porto Covo sozinho ou ir para o Algarve com a minha prima Maria e a minha semi-cunhada Joana.Optei pela segunda alternativa. Devo dizer que o critério “companhia” se esfumou logo após a primeira noite, porque acabei na mesma por ir acampar sozinho para a ilha de Tavira.
A ilha de Tavira é um “santuário” natural no meio daquilo em que se transformou o Algarve. Faz parte da reserva natural da Ria Formosa e como é uma ilha, só se pode aceder de barco. No fundo resume-se a uns quilómetros de praia, duna, uns bares e um parque de campismo.
Diz-se que às vezes também há estrelas, fogueiras, freaks, cães, tambores, djambés didjiridoos, etc. Mas isso eu não vi;)
Excelente para descansar, que era o que eu estava mesmo a precisar.
Obviamente, com estas alternativas tão pouco variadas, acabei por passar o primeiro dia num looongo passeio pela praia.Tudo muito bonito, depois da praia principal o areal é quase deserto, o mar convida ao banho etc.
Passado uns quilómetros (ou metros?).... a cereja em cima do bolo: Apareceu um cardume de golfinhos mesmo perto da costa. Eram para aí uns 8 e alguns saltavam mesmo para fora da água. Muuuito giro.
Conclusão do fim de semana: Um valente escaldão...
